A Internet das Coisas e a Evolução das Redes Móveis

A Internet das Coisas irá mudar nossas vidas e a maneira com que nos relacionamos com o mundo, com potencial de melhorar drasticamente como as pessoas vivem, aprendem, trabalham e se divertem.

Filosoficamente, o conceito principal da Internet das Coisas é que cada objeto do nosso mundo físico tenha conhecimento sobre si próprio e sobre o mundo ao seu redor, e que também consiga se comunicar com outros objetos espalhados pelo mundo utilizando a Internet. Isto torna a Internet cada vez mais sensorial, possibilitando que sejamos mais proativos e menos reativos.

A indústria também promete se beneficiar desta inovação, com o conceito de Fábricas Inteligentes, utilizando sensores interconectados, plantas virtuais e modelos de simulação para que decisões possam ser tomadas até mesmo sem intervenção humana, o que é um dos princípios da nova Indústria 4.0.

Para atingir todo esse potencial, a Internet das Coisas se apoia na evolução das redes de comunicação. E a nova geração das redes móveis – 5G – tem em seus requisitos as capacidades necessárias para fazer com que a Internet das Coisas se torne cada vez mais presente em nossas vidas.

Neste seminário, apresentaremos os principais conceitos sobre Internet das Coisas e suas aplicações no mundo real e qual o papel da evolução das redes móveis nessa evolução da Internet.

Rafael A. Junquera
Apresentado por
Conta com mais de 11 anos de experiência no setor de telecomunicações para a América Latina. Rafael Junquera tem viajado constantemente por todo o mundo, cobrindo os eventos mais importantes para a Indústria na América, Europa e Ásia. Sua experiência acadêmica inclui um BA em Jornalismo e um Mestrado em Economia Internacional ambos pela Universidade de Suffolk em Boston, MA.

7 Comentários

  1. Atualmente como anda o cenário profissional para essa demanda?

  2. Como deverá ser o suporte aos dispositivos, focando os sistemas operacionais quanto à sua gradual obsolescência por conta das atualizações pelos fabricantes? Certamente, não serão somente os dispositivos móveis que se tornarão lixo e descartados desordenadamente, mas também itens da linha branca, eletrônicos, tecnologia vestivel e muito mais. Tudo isso adaptado para a IoT, porquanto o que já houver em atividade e não puder ser incorporado à essa “nova ordem”, será descartado sem maiores cerimônias, pois já se faz isso com a tecnologia que foi ultrapassada antes dessa agora.

  3. Prezados

    O horizonte de 2020 para revolução da tecnologia Iot não parece um pouco exagerado? o que vcs acham?

  4. Extremante elucidativa apresentação. Assunto Iot/5G é em minha opinião “trend” e não tem volta. Tomara que as operadoras estejam preparadas e os investidores ‘animados” em investir.
    Grato.

  5. Boa Tarde, meu nome é Marcos e sou de Manaus.

    Tenho uma dúvida com relação a Escalabilidade no tópico Eficiência no consumo de recursos de rede:

    Como se daria essa sobrecarga na Rede com disositivos IoT???

    Como poderemos obter eficiência no consumo para evitar sobrecarga?

  6. O comentário do citizen Marcos Melo é bem oportuno. Será interessante que os desenvolvedores da Internet, concedam aos usuários dos futuros dispositivos interconectados, meios para poderem interagir e aplicarem o modo manual, caso seja necessário. Uma sobrecarga na rede, poderia gerar em determinadas situações de risco, consequências trágicas, como por exemplo, em uma cirurgia realizada por um robô. Uma contingência para esse tipo de situação precisará ser elaborada, pois não se deveria confiar totalmente em mecanismos e tecnologias que podem apresentar defeitos à qualquer momento, haja visto tudo o mais que se tornou imprestável até então por conta deste ou daquele fabricante; mas ainda temos, por enquanto, condições de desligarmos o aparelho em tempo hábil antes que seja tarde demais ou retornar um smartphone às configurações originais de fábrica e por aí vai…

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