Status dos projetos Fiber-to-the-Home na América Latina

A crescente demanda por banda larga impulsionada cada vez mais pelo grande tráfego de dados, aumento da utilização das redes e crescente número de assinantes requer a evolução constante das redes fixas das operadoras. A parada final no processo de evolução são as redes passivas 100% de fibra óptica desde a central até a casa dos usuários, tecnologia chamada Fiber-to-the-Home. Esta apresentação contempla a visão do FTTH Council LATAM Chapter em relação ao status atual da adoção desta tecnologia e dos principais projetos Fiber-to-the-Home na América Latina. Este estudo apresenta também as principais tendências, arquiteturas de redes utilizadas e a previsão de evolução nos próximos 5 anos.

FTTH Council LATAM Chaptertem a missão de promover em toda a América Latina, a adoção de redes de acessode fibra óptida de alta qualidade, como plataforma universal de banda larga.Impulsionar o desenvolvimento econômico e melhora da qualidade de vida queresultam desta adoção nos campos da Educação, Saúde, Defesa e Segurança dapopulação.

Rafael A. Junquera
Apresentado por
Conta com mais de 11 anos de experiência no setor de telecomunicações para a América Latina. Rafael Junquera tem viajado constantemente por todo o mundo, cobrindo os eventos mais importantes para a Indústria na América, Europa e Ásia. Sua experiência acadêmica inclui um BA em Jornalismo e um Mestrado em Economia Internacional ambos pela Universidade de Suffolk em Boston, MA.

8 Comentários

  1. Tenho interesse em conhecimentos sobre Fiber-to-the-Home

  2. O custo com a implantação (material + mão de obra) é o principal ofensor para as operadoras não aderirem à rede FTTH no Brasil?

    • Ricardo Claro

      O custo da implantação dos projetos FTTH reduziu consideravelmente nos últimos anos o que impulsionou o crescimento rápido da tecnologia. Hoje pode-se dizer que o custo de implantação da tecnologia não é um ofensor e sim a tentativa das operadoras de extrair o máximo da rede legada. Como estas redes apresentam limitação técnica devido ao meio utilizado (cabos de cobre ou coaxial) ao contrário das redes de FTTH, esta adoção está tornando-se cada vez mais massiva e gerando volume para redução constante no custo dos materiais pelo volume gerado.

  3. Onde encontro os slides?

  4. Além de fornecedores como Zhone e Huawei pode citar outros fornecedores de equipamentos gpon que possam alavancar o crescimento destas redes de banda larga.

  5. Ricardo,
    1- você falou da importância das “cableras”, mas aqui no Brasil, as duas maiores (NET e SKY) priorizam outras tecnologias (NET: HFC/DOCSIS 3.1 e SKY: LTE), certo? Na sua visão, os projetos FTTH da NET não parecem ser apenas pilotos?
    2- leased-lines óticos corporativos em SDH estão incluídos nos números apresentados? Se sim, como explicar os 97% em GPON? 3% ethernet é só no padrão MEF, certo?
    3- segundo a Anatel (e o próprio Teleco), há no Brasil 25,7 milhões de acessos de banda larga, sendo apenas 1,3M em fibra, o que resulta em penetração de 5% (e não 10%), certo?
    Obrigado,
    Hermano

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